quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Fim do mundo, talvez não seja apenas ficção.

Fim do mundo, talvez não seja ficção.


Desde nossos primórdios nos perguntamos de onde viemos, para onde vamos, mas ultimamente a humanidade tem se feito uma única e repetida pergunta, quando isso acabará? Não se trata de um desejo para que acabe, mas de uma esperança de que nunca se acabe ou um medo de que tudo termine. Uns disseram que seria em 2000 e então muitas pessoas ficaram desesperadas e começaram a se perguntar se suas vidas lhes agradavam e surpresos acabaram por mudar e acabaram se tornando mais felizes.
Surpreso (a)? Talvez 2012 não seja uma ficção ou pesadelo tão distante, natureza nada, a mera monstruosidade humana entrou como carro chefe no fim do mundo. Como aquelas pessoas que mudaram suas vidas com medo do fim e acabaram por se tornar melhores, talvez seja com o fim do mundo, com o caos total que todos possam se encontrar de verdade e melhorar, talvez assim possamos nos tornar humanos. Humanos? Sim, humanos. Pois não posso aceitar que a humanidade tenha se resumido a avareza, que a humanidade tenha como sinônimo a luxúria, que possamos colocar sempre nossos prazeres pessoais e banais a frente de um mundo de pessoas, de emoções, de vidas, de histórias.
Você é feliz? Bom para você, porque 90% da humanidade não é e sabe por que? Porque esses 90% não tem onde morar, o que comer, o que vestir, ou simplesmente tem tudo e no intelecto não tem nada. Triste? Claro, mas o que você tem feito para que isso mude? Aposto que quase todos que lerem isso iram falar a mesma coisa, nada ou eu tenho tentado. Tentar é fácil, fazer é que é difícil, talvez esteja na hora de fazermos.
Se precisarmos de caos que venha o caos, se precisarmos de um fim, que ele venha. Só não podemos ficar parados vendo ou muitas vezes ajudando nosso mundo a acabar, porque eu já comecei a minha parte e você? Pronto (a) para fazer a diferença? É hora de agir.